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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Criando sua própria “nuvem” com OwnCloud no Ubuntu ou Debian


Confira abaixo um tutorial da instalação do OwnCloud no Ubuntu (também servirá para o Debian “Squeeze”). Vamos lá:

1º Forma:

Para Debian 6.0 execute o seguinte como root:
echo 'deb http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:community/Debian_6.0/ /' >> /etc/apt/sources.list.d/owncloud.list 
apt-get update
apt-get install owncloud
Você pode adicionar a chave do repositório ao apt desta forma:
wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:community/Debian_6.0/Release.key
apt-key add - < Release.key  




2º Forma

1.- Instalando as dependências

Considerando que ja temos um ambiente LAMP
apt-get install php5-gd
apt-get install php-pear php-xml-parser php5-sqlite php5-json sqlite mp3info curl libcurl3-dev zip apache2 mysql-server libapache2-mod-php5 php5-gd php5-json php5-mysql php5-curl
apt-get install php5-intl php5-mcrypt php5-imagick

2.- Criando a base de dados MySQL


Em um terminal, rode os seguintes comando:

mysql -u root -p

Após digitar a sua senha, digite o seguinte comando:

mysql> create database nome_da_sua_base_de_dados;

O MySQL deverá responder: “Query OK, 1 row affected (0.00 sec)”

Feche o MySQL

mysql> quit

3.- Download e descompactação do OwnCloud

Faça o donwload deste pacote (owncloud-x.tar.bz2) e descompacte-o:
https://owncloud.org/install
wget https://download.owncloud.org/community/owncloud-9.1.4.tar.bz2
tar -xvf owncloud*

4.- Mova o diretório do OwnCloud para o Apache

mv owncloud /var/www/html

5.- Dê as permissões necessárias ao servidor web

cd /var/www/html/
chown -R www-data:www-data owncloud

6.- Reinicie o Apache


/etc/init.d/apache2 restart

7.- Terminando a instalação

Na barra de navegação digite: localhost/owncloud

Será aberta a janela abaixo para completarmos a instalação




Crie uma conta de administrador e selecione a opção “Advanced”. Então, entre com o nome de usuário nome do banco e a senha do banco de dados e clique em “Concluir a instalação.” Uma vez dentro do seu próprio painel administrativo, você poderá configurar o serviço e criar usuários.

Para garantir o acesso da Internet, usaremos o serviço de DNS dinâmico do No-IP (pode ser outro tb). Uma vez que temos a nossa própria neste serviço, poderemos se conectar de qualquer lugar com internet no nosso servidor, utilizando em um browser o endereço:

http://nome_do_No-IP.no-ip.org/owncloud

8.- Aumentando o limite de uploads


Por padrão, o limite de uploads de arquivos é pequeno. Alteraremos o arquivo /etc/php5/apache2/php.ini onde buscaremos pelas linhas:
vim /etc/php5/apache2/php.ini

upload_max_filesize
post_max_size

Mude para os valores que achar adequado.

http://doc.owncloud.org/server/6.0/admin_manual/installation/installation_source.html

Para acesso externo do Cloud é necessário editar o arquivo owncloud/config/config.php
e comentar as linhas em vermelho:

<?php
$CONFIG = array (
  'instanceid' => 'oc65cdcb584c',
  'passwordsalt' => 'adce845fb4eacdf23bf204821f3782',
# 'trusted_domains' => 
# array (
#   0 => 'dominio.com.br',
#  ),
'datadirectory' => '/var/www/cloud/data',
'dbtype' => 'mysql',
'version' => '6',
'dbname' => 'dbname',
'dbhost' => 'localhost',
'dbtableprefix' => 'oc_',
'dbuser' => 'oc_user',
'dbpassword' => 'senha',
 'installed' => true,
);


Fonte: http://sejalivre.org/criando-sua-propria-nuvem-com-owncloud-no-ubuntu-ou-debian/
http://software.opensuse.org/download/package?project=isv:ownCloud:community&package=owncloud
http://doc.owncloud.org/server/4.5/admin_manual/installation.html
http://software.opensuse.org/package/owncloud

Esse recomendo:
http://www.linuxnewmedia.com.br/images/uploads/pdf_aberto/LM_87_55_59_05_tuto-SuaNuvem.pdf

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Servidor local de Chat (Openfire)


Instalação realizada em Debian 6

Openfire é um poderoso servidor de mensagem instantânea (Bate Papo) que utiliza o protocolo XMPP que pode ser utilizado em sua rede local, se você não quer o MSN em sua rede mas deseja que funcionários possam trocar mensagens instantâneas então prossiga com o a leitura desse post.

Primeiramente precisamos realizar o download do openfire no site do desenvolvedor clique no link para o download:

# wget http://www.igniterealtime.org/downloadServlet?filename=openfire/openfire_3.8.2_all.deb

Após o download o openfire requer, como pré dependência, que o JDK ou JRE esteja instalado.
# apt-get install sun-java6-jre

Obs: Caso você não tenho o repósitório

Edite seu sources.list:
# vim /etc/apt/sources.list
Agora você vai inserir a palavra "non-free" ao final de cada mirror original do Debian, deverá ficar assim:

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze main non-free
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze main non-free

Após realizar as mudanças no arquivo sources.list precisamos atualizar o apt-get:
# apt-get update
# apt-get install sun-java6-jre

Agora vamos instalar o openfire:
# dpkg -i openfire_3.7.0_all.deb

A instalação emitirá um aviso de que o diretório /var/lib/openfire não é de propriedade do usuário openfire, essa mensagem pode ser ignorada porque o script de instalação já se encarregou de ajustar a propriedade do diretório.

Pronto, com as dependências e a instalação do openfire concluídas vamos a configuração, digite no seu navegador preferido a seguinte URL: http://[IP_Servidor]:9090

CLIENTE

O que seria um servidor XMPP sem um cliente, no site do desenvolvedor apresentado no inicio do post você pode escolher qual o cliente você quer utilizar, vou utilizar o spark para o exemplo.

As funcionalidades do Openfire podem ser expandidas por meio de plugins, livres ou comerciais.

Referências:
http://www.cooperati.com.br
http://www.vivaolinux.com.br/

Recuperando a senha de usuário no Linux - Debian/Ubuntu


Na tela de inicialização do grub, quando aparece a opção para escolher o sistema operacional, selecione o sistema desejado e digite “e”, o grub entra em modo de edição.

Na sexta linha onde aparece “linux /boot/vmlinuz-2.6.32-686 …. ro quiet” apague o ( ro quiet) e inclua ( init=/bin/bash ) depois Ctrol+X para salver e aguarde.
Já estamos logados como root na máquina.

Porém ainda não podemos editar a senha do root
Vamos montar as partições
# mount -o remount, rw /

Agora é só trocar a senha do root ou de qualquer usuário
# passwd root

Terminado

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Instalando o wireless - LINUX



Instalando o wireless
Instalar os pacotes necessários:
# aptitude install linux-headers-2.6.25-2-486 linux-source-2.6.25 wireless-tools wpasupplicant module-assistant ndiswrapper-common ndiswrapper-source ndiswrapper-utils-1.9

OU USE O:
apt-get install wireless-tools network-manager module-assistant wpasupplicant network-manager-gnome 


OU
INSTALE O 

Wicd network manager

Wicd é um gerenciador de rede com e sem fios open source que visa fornecer uma interface simples para conectar a redes com uma grande variedade de configurações. 


# apt-get install wicd 

Referencias:

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

screen + guake + yakuake = Telas do Linux

screen
GNU Screen é um software livre multiplexador de terminal de linha de comando desenvolvido pelo Projeto GNU. Permite que o usuário acesse múltiplas sessões separadas de terminal a partir de uma mesma janela ou mesmo remotamente. É muito útil para manipular vários programas em uma mesma janela ou mesmo para manter processos em execução de fundo.


Terminal Guake

Guake é um terminal para Gnome no estilo suspenso, feito em Python.
Ao ser iniciado, ele fica escondido/recolhido no topo da sua tela, permitindo mostrar/esconde-lo com facilidade, usando seu atalho no teclado (F12 - por padrão).
 



yakuake=kde

Yakuake é um emulador de terminal nativo do KDE. O seu desenho foi inspirado na consola de jogos de computador tais como aquela presente no Quake que desliza para baixo a partir do topo da janela quando uma tecla é premida e volta a deslizar para cima quando essa mesma tecla é novamente premida.
O seu desenho consiste na integração do Konsole como componente do interface gráfico que gere as janelas.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Instalando e Acessando um cliente de Terminal Services no Linux


Baixando o rdesktop

Você pode fazer o download do rdesktop em:
Instalando o rdesktop


  1. Entre na pasta onde foi feito o download do arquivo;
  2. Descompacte o arquivo com o comando:

    # tar zxvf rdesktop-versao.tar.gz
  3. Entre na pasta que foi criada após a descompactação com o comando:

    # cd rdesktop-versão
  4. Agora precisamos compilar nosso executável. Para isso vamos usar os seguintes comandos:

    #./configure; make; make install
  5. Se tudo sair correto, agora basta apenas executar nosso cliente no modo gráfico com o comando:

    # rdesktop ip_do_servidor_windows
Fonte:

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Conheça a História do Linux e como ele surgiu.



História do Linux



Olhar Digital: A história do Linux :)




Revolution OS - Documentário sobre Linux

Documentário que conta a história inicial do Linux, GNU e software livre.



O Código Linux-O Filme.



FTP - Instalando o ProFTPD


INSTALANDO O PROFTPD

apt-get install proftpd

Durante a instalação será perguntado se deve correr o ProFTPD a partir do "inetd" ou "em modo solitário". Recomendo que escolha a segunda opção.

CONFIGURANDO O PROFTPD

O arquivo de configuração do servidor ProFTPD se encontra no seguinte caminho:
  • Debian/Ubuntu: "/etc/proftpd/proftpd.conf"
Na configuração padrão que vem no pacote, modifique apenas as seguintes directivas:

ServerName   "ProFTPD - Servidor FTP"
ServerIdent   on "Bem-vindo ao Servidor FTP"
ServerAdmin   root@localhost
ServerType   standalone
DefaultRoot   ~
MaxClients   20
MaxClientsPerHost  4

  • ServerName: defina o nome do servidor que será mostrado quando o usuário se conectar.
  • ServerIdent: configura a mensagem que é mostrada quando um usuário vai conectar ao servidor.
  • ServerAdmin: defina o e-mail do administrador do servidor.
  • ServerType: configura o modo de funcionamento do ProFTPD.
  • DefaultRoot: especifica qual será o diretório raiz (chroot) utilizado pelo usuário que está acessando o servidor e para quais grupos isto é válido ou não.
  • MaxClients: defina o número de usuários que podem acessar o servidor.
  • MaxClientsPerHost: defina o número máximo de usuários por máquina que podem acessar o servidor.

CRIANDO CONTAS DE USUÁRIO

Vamos criar uma conta de usuário que será usado e permitido apenas para conexões no Servidor FTP

root@cesar.augustus.nom.br's
# useradd -m -s /bin/false usuario # passwd usuario

Definindo no parâmetro "-s" (--shell) o "/bin/false", não irá permitir que façam outros tipos de conexões usando esse usuário, por exemplo, conexões SSH.
Ainda não terá como fazer conexões no Servidor FTP usando esse usuário criado por causa do Shell definido, terá que modificar na configuração a seguinte directiva:

RequireValidShell  off

FTP PÚBLICO (ANONYMOUS)

FTP público permite que todos possam ter acesso aos arquivos do diretório Home do usuário "ftp", podendo utilizar para compartilhar os arquivos para todos terem acessos, podendo efetuar apenas downloads, mas não uploads.

Para habitar o FTP público, edite o arquivo de configuração ProFTPD, descomente o contexto Anonymous e suas directivas, deverá ficar assim:
<­Anonymous ~ftp>
  User    ftp
  Group    nogroup
  # We want clients to be able to login with "anonymous" as well as "ftp"
  UserAlias   anonymous ftp
  # Cosmetic changes, all files belongs to ftp user
  DirFakeUser on ftp
  DirFakeGroup on ftp

  RequireValidShell  off

  # Limit the maximum number of anonymous logins
  MaxClients   10

  # We want 'welcome.msg' displayed at login, and '.message' displayed
  # in each newly chdired directory.
  DisplayLogin   welcome.msg
  DisplayChdir  .message

  # Limit WRITE everywhere in the anonymous chroot
  <­Directory *>
    <­Limit WRITE>
      DenyAll
    <­/Limit>
  <­/Directory>

  # Uncomment this if you're brave.
  # <­Directory incoming>
  #   # Umask 022 is a good standard umask to prevent new files and dirs
  #   # (second parm) from being group and world writable.
  #   Umask    022  022
  #            <­Limit READ WRITE>
  #            DenyAll
  #            <­/Limit>
  #            <­Limit STOR>
  #            AllowAll
  #            <­/Limit>
  # <­/Directory>

<­/Anonymous>


INICIANDO O PROFTPD

Após ter terminado as configurações, inicie o servidor ProFTPD:
Debian/Ubuntu
root@cesar.augustus.nom.br's
# /etc/init.d/proftpd restart



ACESSANDO O SERVIDOR FTP

Para acessar no Servidor FTP uma conta de usuário, execute o seguinte comando:
cesar@cesar.augustus.nom.br's
$ ftp localhost Connected to localhost. 220 Bem-vindo ao Servidor FTP Name (localhost:root): usuario 331 Password required for usuario Password: senha 230 User usuario logged in Remote system type is UNIX. Using binary mode to transfer files. ftp>

Para acessar no Servidor FTP o FTP público, execute o seguinte comando:
cesar@cesar.augustus.nom.br's
$ ftp localhost Connected to localhost. 220 Bem-vindo ao Servidor FTP Name (localhost:root): ftp 331 Anonymous login ok, send your complete email address as your password. Password: [ENTER] 230 Anonymous access granted, restrictions apply. Remote system type is UNIX. Using binary mode to transfer files. ftp>
Também pode acessar o Servidor FTP usando um browser ou softwares de cliente FTP.
Pronto.


Servidor FTP (VsFTP)


Servidor FTP (VsFTP)
http://vsftpd.beasts.org/

Instalação
         #apt-get install vsftpd

Configuração
O arquivo de configuração do VsFTP é o vsftpd.conf. Para editá-lo basta digitar o seguinte comando:
         #vi /etc/vsftpd.conf

1ª configuração: Acesso anonymous
configurar a linha “anonymous_enable=YES” como “anonymous_enable=NO” para
NÃO aceitar conexões anônimas via FTP.

2ª configuração: Permitir usuários locais realizar login no FTP
descomente a linha “local_enable=YES” para que usuários locais possam acessar via
FTP.

3ª configuração: Permitir que usuários possam fazer upload de arquivos no servidor FTP
descomente a linha “write_enable=YES” para que usuários possam usá-lo em modo
Writer.

4ª configuração: Banner do servidor
descomente a linha “ftpd_banner=...” e colocar o conteúdo “Acesso Permitido Apenas
Para Administradores Previamente Autorizados.” ou o conteúdo desejado para ser
apresentado como banner no servidor.

5ª configuração: Configurar acesso apenas às pastas do próprio usuário, de forma que o
usuário não possa ver ou acessar nada fora de sua área de usuário
descomente a linha “chroot_local_user=YES” para que o usuário não tenha acessos
indevidos.

6ª configuração: Mostrar todos arquivos no servidor. Mesmo os que arquivos ocultos do
Unix, por exemplo, iniciados com “.”
inclua a linha “force_dot_files=YES” para que os arquivos com “.” sejam apresentados.

7ª configuração: Acertando a configuração do servidor para fazer upload de arquivos com
direitos rw-r-r. O padrão é rw--.

OBS: mais sobre umask pode ser verificado em:
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Calculando-valores-UMASK/
http://virtual01.lncc.br/~licht/linux/sistema.permissoes.umask.html

8ª Garantindo o upload e download correto de arquivos ASCII.
descomente as linhas “ascii_upload_enable=YES” e “ascii_download_enable=YES”.

9ª Criando shell falso para usuários de FTP. Esta configuração é importante para evitar
que usuários de FTP possam realizar login no servidor por SSH, por exemplo.
OBS: esta é a forma paliativa de ajustar o shell /bin/false para usuários de FTP, pois o
VsFTP não aceita login de usuários com o shell /bin/false.

OBS: esta é a forma paliativa de ajustar o shell /bin/false para usuários de FTP, pois o
VsFTP não aceita login de usuários com o shell /bin/false.

ln -s /bin/false /sbin/nologin
echo /sbin/nologin >> /etc/shells

10ª configuração: criação do diretório base para os arquivos, grupo e usuários para
acesso
Não é obrigatório, mas, por motivos de segurança, caso futuramente houver necessidade
de especificar configurações para os usuários do FTP e/ou apenas por melhor
representação dos usuários, é interessante a criação de um grupo de usuários específicos
para FTP.
groupadd ftpgroup
Agora, a criação dos usuários:
useradd -d /var/www/http -g ftpgroup -s /sbin/nologin ftpuser
e alteração da senha:
passwd ftpuser
Após, podemos criar o diretório base para arquivos:
mkdir -p /var/www/http
Dar acessos devidos ao usuário na pasta home do FTP
chown ftpuser.ftpgroup /var/www/http

11ª reiniciar o servidor VsFTP
/etc/init.d/vsftpd restart

Pronto.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Criando um servidor DHCP no Debian ou no Ubuntu


DHCPDynamic Host Configuration Protocol (Protocolo de configuração dinâmica de host)
É um protocolo de serviço TCP/IP que oferece configuração dinâmica de terminais, com concessão de Endereços IP de host, Máscara de sub-rede, Default Gateway (Gateway Padrão), Número IP de um ou mais servidores DNS, 
Configurando servidor DHCP no Debian
Vamos aprender a configurar o servidor DHCP. É ele quem cuida para que cada máquina que tenha acesso a rede, receba um IP na sua LAN, assim todos serão identificados.

Baixe e instale o pacote dhcp3-server:
# apt-get install dhcp3-server
Após o download completo do software, vá ao diretório /etc/dhcp3:
# cd /etc/dhcp3

Vamos fazer uma "cópia" de segurança do arquivo dhcpd.conf renomeando-o e criando o nosso:
# mv dhcpd.conf dhcpd.conf.original

Foi renomeado o arquivo de configuração para que possamos criar o nosso!
# vim dhcpd.conf
           E coloque o seguinte:


           ddns-update-style none;
           default-lease-time 600;
           max-lease-time 7200;
           authoritative;
           subnet 192.168.100.0 netmask 255.255.255.0 {
                 range 192.168.100.10 192.168.100.200;
                 option routers 192.168.100.1;
                 option domain-name-servers 200.235.120.200,200.235.120.220;
                 option broadcast-address 192.168.100.255;
           }

Agora vamos entender o porque de cada linha:
default-lease-time 600;
Esta linha controla o tempo de renovação do IP. Este 600 indica que o servidor irá verificar a cada 10 minutos se o IP está sendo usado para passar para outro computador na rede, caso ele não esteja sendo usado.


max-lease-time 7200; 
Esta linha determina o tempo que cada máquina pode usar um determinado IP.


authoritative; 
Se um cliente requisitar um endereço que o servidor não conheça, ou seja, o endereço é incorreto para aquele segmento, o servidor não enviará um DHCPNAK, o qual diz para ao cliente para parar de usar aquele endereço.


subnet 192.168.100.0 netmask 255.255.255.0 { 
Define sua "sub-rede" 192.168.100.0 com a máscara 255.255.255.0, e abre o bloco com {.


range 192.168.100.10 192.168.100.200; 
Define o range, ou seja, define qual a faixa de IPs que os clientes podem usar.


option routers 192.168.100.1; 
Este é o gateway padrão.


option domain-name-servers 200.235.120.200,200.235.120.220; 
Aqui você irá especificar os servidores DNS, você pode verificar eles em /etc/resolv.conf.


option broadcast-address 192.168.100.255; } 
Aqui, você está definindo o endereço do broadcast e fechando o bloco com }.

Agora vamos definir para qual placa de rede o nosso dhcp3-server irá trabalhar: 
# vim /etc/default/dhcp3-server
Onde tiver INTERFACES="", coloque sua placa de rede (no meu caso, utilizei a eth1):
INTERFACES="eth1"
Salve e saia usando :x (se estiver utilizando o editor de texto VIM).
Agora reinicie o serviço:

# /etc/init.d/dhcp3-server restart

Amarrando um IP ao MAC do computador.
Caso você tenha necessidade de "amarrar" um IP para um determinado computador, basta adicionar o MAC dessa máquina (para conseguir o MAC da máquina localize a linha primeira linha onde tem HWaddr no comando ifconfig) no nosso dhcpd.conf, dessa maneira:

           host teste {
              hardware ethernet 00:0C:29:5C:98:2C;
              fixed-address 192.168.100.16;
              option host-name "teste";
           }

Em "host" coloque o hostname da máquina ou algum nome de identificação.
Em "hardware ethernet" coloque o endereço MAC obtido na máquina com o "ifconfig".
Em "fixed-address" escolha o endereço que ficará amarrado a essa máquina.
Em "option host-name" repita o hostname. 


Referência: 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Gerenciador de Pacote do Debian

O Synaptic é um programa de computador com uma interface gráfica amigável desenvolvido para o sistema de gerenciamento de pacotes APT, utilizado no GNU/Linux Debian e outras distribuições. O Synaptic foi criado pelo brasileiro Alfredo Kojima, e hoje é mantido pela equipe técnica do Mandriva Linux.
Este programa tem sido um forte aliado para alguns novos usuários, facilitando à sua migração para várias distribuições do sistema operacional linux, ele facilita a vida do usuário que precisa de mais tempo em produção de uso dos aplicativos e crê que não precisa aprender a instala-los, uma vez que um software faz todo o trabalho bruto por eles, deixando mais tempo direcionado na produtividade que o usuário.
Fonte: Wikipedia

Para instalar:
# apt-get install synaptic

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Repositórios - Debian Squeeze

Um repositório de software é um local de armazenamento de onde pacotes de software podem ser recuperados e instalados em um computador. Muitos editores de software e outras organizações mantem servidores na Internet para este fim.
Repositórios podem ser apenas para determinados programas, como o CPAN para a linguagem de programação Perl, ou para todo um sistema operacional. Os operadores de tais repositórios normalmente fornecem um sistema de gestão de pacotes, instrumentos destinados à pesquisa para instalar ou manipular pacotes de software a partir de repositórios.
Por exemplo, muitas distribuições de Linux usam programas para baixar pacotes de repositórios, podemos citar:
    apt (Advanced Packaging Tool) usado pelo Debian e Ubuntu.
    yum usado pelo Fedora e Red Hat.
    Pacman usado pelo Arch Linux.
Fonte: Wikipedia
Repositório da Unicamp para Debian Squeeze (Testado)
deb http://debian.las.ic.unicamp.br/debian/ squeeze main
deb-src http://debian.las.ic.unicamp.br/debian/ squeeze main

deb http://debian.las.ic.unicamp.br/debian/ squeeze-updates main
deb-src http://debian.las.ic.unicamp.br/debian/ squeeze-updates main

Man Pages - Manual de Comandos do Linux

Um recurso no linux queé muito  importante é o man pages

em outras palavras é o manual de comandos do linux.

Só que quando você instala ele vem em inglês.

Esse recurso ajuda muito e ajuda mais de for em português

Ai vai uma dica para deixa-lo em português.

# apt-get install manpages-pt
# apt-get install manpages-pt-dev

Pronto .


Basta digitar

# man <comando>

Quem quiser ir mais a fundo vai um site http://www.linuxmanpages.com/